Sou professora servidora... por favor veja ao vídeo.https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2861840700503475&id=100000327200352
Eduardo Moreira é um empresário, economista, engenheiro, palestrante, escritor, dramaturgo, apresentador e ex-banqueiro de investimentos. Formou-se em Engenharia de Produção pela PUC do Rio de Janeiro e estudou economia na Universidade da Califórnia de San Diego. Wikipédia
professora,sim!
domingo, 8 de dezembro de 2019
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
Você deu aula para meu filho?
Nós professores sabemos que por trás da pergunta tem algo a ser declarado. Dependendo da feição da pessoa já fazemos a leitura, se vem coisas boas ou desagradáveis.
Hoje, ao atravessar a rua para chegar à escola, um pai me abordou com esta pergunta, já dizendo o nome do aluno.
Claro que havia dado aula, um aluno brilhante, brilho polido por uma boa educação familiar. O pai feliz narrou em poucas palavras a trajetória acadêmica do filho e de outros dois ou três, não me lembro, que também estudaram na escola para onde eu me dirigia.
Seus filhos, alunos de escola pública, estavam indo bem nos estudos e conseguiram boas colocações em processos seletivos de escolas renomadas, cujas vagas são bem disputadas na região.
Arrisquei provocar falando "escola pública é muito boa, temos bons professores", modéstia à parte. O pai foi logo confirmando e acrescentou: "falta a família acompanhar, estar junto."
Parabenizei a família toda. Feliz por ver tanto compromisso com a educação; Este pai me emocionou, entrei na escola, propagando o acontecimento.
Tomara que estes filhos brilhantes, se tornem profissionais brilhantes. O sucesso da educação está em locais em que a mídia não vê e a estatística não revela.
Nós professores sabemos que por trás da pergunta tem algo a ser declarado. Dependendo da feição da pessoa já fazemos a leitura, se vem coisas boas ou desagradáveis.
Hoje, ao atravessar a rua para chegar à escola, um pai me abordou com esta pergunta, já dizendo o nome do aluno.
Claro que havia dado aula, um aluno brilhante, brilho polido por uma boa educação familiar. O pai feliz narrou em poucas palavras a trajetória acadêmica do filho e de outros dois ou três, não me lembro, que também estudaram na escola para onde eu me dirigia.
Seus filhos, alunos de escola pública, estavam indo bem nos estudos e conseguiram boas colocações em processos seletivos de escolas renomadas, cujas vagas são bem disputadas na região.
Arrisquei provocar falando "escola pública é muito boa, temos bons professores", modéstia à parte. O pai foi logo confirmando e acrescentou: "falta a família acompanhar, estar junto."
Parabenizei a família toda. Feliz por ver tanto compromisso com a educação; Este pai me emocionou, entrei na escola, propagando o acontecimento.
Tomara que estes filhos brilhantes, se tornem profissionais brilhantes. O sucesso da educação está em locais em que a mídia não vê e a estatística não revela.
Após vários anos sem escrever... sabe aquela água fria que nos deixa inerte? Pois é, acontece com a gente e toda a vontade de falar, opinar, contribuir para a melhoria da educação, é tragado por uma avalanche de acontecimentos, que desbarranca e derruba o muro que protege o ego e no devaneio o apelo finito: pare o mundo que eu quero descer!.
Mas o mundo desgovernado não pára e no emergir dos sofrimentos mundano, uma luz começa a queimar no peito e revigora a massa inerte que começa a agir... escrever, escrever... não sei para quê, mas só o fato de pontos negros pulando na tela do computador, formando palavras, frases, que buscam sentidos e tentam expressar ideias colaborativas ou às vezes vãs...
Querido leitor, leitora, talvez eu mesma, aprecie as palavras, as ideias, pois está renascendo a vontade de fazer a diferença na vida de alguém. Ser professora, sim, com força pelo simples fato de que mudamos e somos mudados em nossas relações.
Mas o mundo desgovernado não pára e no emergir dos sofrimentos mundano, uma luz começa a queimar no peito e revigora a massa inerte que começa a agir... escrever, escrever... não sei para quê, mas só o fato de pontos negros pulando na tela do computador, formando palavras, frases, que buscam sentidos e tentam expressar ideias colaborativas ou às vezes vãs...
Querido leitor, leitora, talvez eu mesma, aprecie as palavras, as ideias, pois está renascendo a vontade de fazer a diferença na vida de alguém. Ser professora, sim, com força pelo simples fato de que mudamos e somos mudados em nossas relações.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Paywall ... cobrar acesso ao conteúdo jornalístico na internet virou moda.
Baseado no modelo americano Paywall, a maioria dos grandes
jornais e revistas implantaram ou estão implantando um sistema que cobra o
acesso do internauta aos conteúdos dos sites jornalísticos, dentre os portais
que aderiram ao sistema estão o Estadão, Folha, Revista Veja, Nova Escola,
entre outros. O modelo de “paywall poroso”, àquele cujo acesso às notícias são
limitadas por um número “x”, que para continuar navegando do site noticioso, o
usuário é obrigado a fazer um cadastro e pagar assinatura mensal, é o mais
adotado e parece ter maior aceitação dos leitores, que estão migrando do jornal
impresso para o virtual.
Uma situação favorável, com a “barreira” do “paywall”, é o
fato de perceber que muitos jornalistas (diplomados e não-diplomados) se
acomodaram com as notícias já prontas, utilizando “Control V e Control C” criando “réplica” de notícia de um jornal para
outro jornal, espalhando a notícia sob um único viés – ótica da origem do
verdadeiro redator, às vezes repetindo equívocos de informação, com notícias
maliciosas ou não verdaeiras. Assim o “paywall” contribui para manter a ética,
de uma certa forma, e o respeito aos direitos autorais.
Um argumento contra e não menos forte sobre este sistema de
cobrança, é a possibilidade de ferir ideais democráticos, pelo fato das poucas
e fortes empresas, que mantém o controle das informações, tentarem manter a
hegemonia conquistada nas mídias tradicionais no espaço cibernético.
Há que se
considerar a necessidade de superação das dificuldades financeiras e dos
desafios que a internet e o a facilidade de acesso provocaram no mercado,
atingindo de forma incomum as empresas jornalísticas. Especialistas orientam
que as empresas de comunicação consideram: primeiro, aliar-se ao mundo virtual,
tais como sites e redes sociais, como muitas empresas jornalísticas estão
fazendo; segundo, não vender informação, pois elas devem ser democratizadas e
disponibilizadas a todos e a qualquer momento; terceiro, investir no espaço
virtual e no marketing empresarial, inclusive nas mídias tradicionais; quarto,
não perder o foco do jornalismo, com outra roupagem para o ciberjornalismo,
parafraseando as ideias de Katharine
Viner: a redefinição da relação do jornalista com sua audiência, da percepção
do papel do jornalista na sociedade e de seu status.
Jornalista e professora:
Eugenia Braga
Assim que se resolve???
No dia 7 de
janeiro ataque terrorista à revista “Charlie Hebdo” abalou muita gente de
diferentes países e credos. A revista satírica “Charlie Hebdo”, que já havia
sido alvo de ataque no passado após publicar uma caricatura do profeta Maomé.
Conta a
história que Maomé foi durante a primeira parte de sua vida um mercador e tinha
por hábito retirar-se para orar e meditar nos montes perto de Meca. Por volta
de seus 40 anos enquanto meditava em uma caverna foi visitado pelo anjo Gabriel
que comunicou que Deus o havia escolhido como o último profeta enviado à
humanidade e ordenou-lhe que recitasse os versos enviados por Deus, estes
versos foram reunidos e integrados no Alcorão. Deve-se também à Maomé, a
organização de uma estrutura militar que derrotou as tribos da Arábia e
unificou praticamente todo o território sob o signo de uma nova religião.
Bem, sem
aprofundarmos muito na história, percebo aqui um viés da Educação, pois
entramos no plano das religiões e cabe a ela, o tratamento deste assunto, que é
relegado ou renegado por muitos, para um plano secundário.
Diz a Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), nº9394 de 1996, em seu artigo 33
“O ensino religioso, de matrícula facultativa, é
parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos
horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o
respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas
de proselitismo. (Redação dada pela Lei nº 9.475, de 22.7.1997)
§ 1º Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos
para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas
para a habilitação e admissão dos professores.
§ 2º Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída
pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do
ensino religioso."
Diante da Lei
é percebido que pouco ou quase nada se tem feito por esta disciplina. Parece
que as autoridades e a própria comunidade não entendeu este artigo. Ele não
quer dizer que é para converter alunos à uma religião, pelo contrário é para
criar espaços de discussões onde será oferecido desafios aos alunos para
conhecer e reconhecer valores tais como bondade, solidariedade, amor,
compaixão, tolerância, entre outros valores, propiciando a construção de
pessoas melhores em todos os segmentos da vida.
Um dos maiores
desafios é formar professores para ministrar às aulas, devendo os gestores
públicos focarem mais atenção à este segmento e também à sociedade, que deveria
revindicar este direito, por tratar-se de “matrícula facultativa”, termo pouco
compreendido pelas pessoas em geral.
Acredito que
por meio de um ensino religioso, a possibilidade de dissipar o fanatismo, o mal
que tudo indica ter causado o grande sofrimento à humanidade como ataque à
revista “Charlie Hebdo”, como também em outros atentados que marcaram a
história de muitos povos.
Eugênia Braga - jornalista e professora
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Agenda Unicef, propostas relacionadas à Educação que precisam ser contempladas no Plano Municipal de Educação.
Os estados e municípios que estão construindo seus planos decenais de educação, conforme previsto no Plano Nacional de Educação - Lei 13.005 de 25 de junho de 2014, precisam conhecer e implementar seus planos com as propostas previstas na Agenda pela Infância (2015-2018).
http://www.unicef.org/brazil/pt/UNICEF_agenda2014.pdf
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